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Serenidade como estratégia de sobrevivência

Há um ano, algumas pessoas incautas pensaram que a pandemia iria durar no máximo uns três meses. Passado seis, pensou-se que em doze meses tudo estaria resolvido. Até que a ficha caiu que isso não aconteceria tão cedo, mas pensamos que ao menos já estaria controlada e que poderíamos voltar a algum  contato humano e aos nossos postos de trabalho presencial. 

Que a transmissão do amor seja mais frequente do que a do vírus

Após um ano de quarentena, parece que estamos no filme “O Feitiço do Tempo”, vivendo o “dia da marmota”, repetindo o março de 2020, com a diferença de mais de 10 milhões de caso e quase 300 mil mortes por Covid-19 no Brasil, além da esperança cansada pela vacina.

Ser mulher é uma construção

O mês de março traz uma data importante e histórica que representa muito mais do que uma celebração da mulher: é um marco na luta por direitos femininos no campo político, social e no âmbito do trabalho.  E segue sendo um mês para nos lembrarmos da necessidade de seguirmos nessa luta que abarca muito mais do que as pessoas que se identificam como mulheres, por mais cansades que estejamos.